Já falei que você devia seguir o meu novo Tumblr? (:
Pra quem ainda não conhece, o “365 Updates” foi criado por mim para relembrar um pedacinho de cada um dos dias do meu ano em forma de fotografia. Cada dia será registrado com um clique da minha câmera com o objetivo de guardar as coisas boas da minha rotina com uma única foto por dia. Vai ser um desafio de criatividade. Para quem quiser acompanhar (e saber se vou mesmo conseguir), é só seguir aqui: http://365updates.tumblr.com

Já falei que você devia seguir o meu novo Tumblr? (:

Pra quem ainda não conhece, o “365 Updates” foi criado por mim para relembrar um pedacinho de cada um dos dias do meu ano em forma de fotografia. Cada dia será registrado com um clique da minha câmera com o objetivo de guardar as coisas boas da minha rotina com uma única foto por dia. 

Vai ser um desafio de criatividade. Para quem quiser acompanhar (e saber se vou mesmo conseguir), é só seguir aqui: http://365updates.tumblr.com

Resolvi tirar a poeira do Tumblr e criar um novo projeto! (: 
O "365 Updates" foi criado por mim, Tamirys, para relembrar um pedacinho de cada um dos dias do meu ano em forma de fotografia. Cada dia será registrado com um clique da minha câmera com o objetivo de guardar as coisas boas da minha rotina com uma única foto por dia. É um desafio de criatividade. Para quem quiser acompanhar, é só seguir aqui: http://365updates.tumblr.com

Resolvi tirar a poeira do Tumblr e criar um novo projeto! (: 

O "365 Updates" foi criado por mim, Tamirys, para relembrar um pedacinho de cada um dos dias do meu ano em forma de fotografia. 
Cada dia será registrado com um clique da minha câmera com o objetivo de guardar as coisas boas da minha rotina com uma única foto por dia. 

É um desafio de criatividade. Para quem quiser acompanhar, é só seguir aqui: 
http://365updates.tumblr.com

Meu crachá do trabalho e todas minhas carteirinhas da Unesp.

(Source: fabulousdisaster)

I love Summer. I hate Summer.

Porque criticar é a coisa mais fácil do mundo


Às vezes eu acho que o mundo seria um lugar um tiquinho melhor se a gente gostasse de se conhecer mais. Não tô falando só sobre masturbação autoconhecimento, mas sobre autocrítica também. 
Criticar é mais fácil do que elogiar, sempre foi. Fazer chorar, ás vezes, é mais rápido do que fazer rir. E você consegue magoar alguém em 1/9 do tempo que levou para conquistar. Eu, você e todo mundo temos os nossos defeitinhos, nossas chatices, nossos dias de mau humor e de cabelo rebelde. 
É muito difícil olhar para o próprio umbigo, ver que ele está sujo e que, na verdade, você deveria lavá-lo melhor antes de olhar para a barriga do coleguinha e dizer o quanto o umbigo dele é encardido.
Criticar o outro não te faz melhor do que ninguém. 
Por isso, quando conhecemos alguém, tentamos prestar atenção nas qualidades que temos em comum com essa pessoa, e os pontos divergentes ficam de lado. Até que os defeitos aparecem, a gente se sente enganado e acha que foi tudo uma bela mentira. Na verdade, a culpa é da nossa cabeça maluca que distorceu a visão e agora nos faz focar somente nos pontos negativos do outro, esquecendo de tudo que fazia os olhos brilharem antes.
Apontar o dedo é fácil, porque criticar é a coisa mais fácil do mundo, já que dá aquela sensação de “ser-superior-aos-outros-meros-mortais”.  Críticas gratuitas não atraem ninguém, não por muito tempo. 
O que eu quero dizer com todo esse mimimi é que às vezes a gente tem que deixar o ego de lado, olhar pro defeito do vizinho e pensar que você pode ser igualzinho a ele. E a busca pelo autoconhecimento é uma quest que nunca deveria ser finalizada.
O segredo está em melhorar os defeitos e aprimorar as qualidades. 
Então, se eu roncar da próxima vez, não foge pra sala, porque você também ronca, às vezes.

Coragem às vezes é desapego, meu bem.

Dizem que a zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. Nessa condição a pessoa realiza um determinado número de comportamentos que lhe dá um desempenho constante, porém limitado e com uma sensação de segurança.
Eu costumava adorar isso. Esse apego com as coisas, os lugares, os móveis, o jeito que o sol aparecia na janela do meu quarto. Eu adorava porque era confortável, quentinho, gostoso, igual útero de mãe.
A gente não pode ficar mais do que 42 semanas dentro do útero e quando a gente sai, a primeira coisa que fazemos é chorar. Com direito a tapinha de boas vindas na bundinha.

A vida toda eu tentei me manter na zona de conforto. Desde muito pequena, quando todo início de ano era um tormento, já que eu não entendia porque minha turma tinha que trocar de professora, porque meus amigos iriam para outra sala e porque eu não podia ter o controle sobre tudo.
O tempo passou, até que chegou um momento da vida em que eu, espantosamente, quis sair do meu útero imaginário, por livre e espontânea vontade. Foram aqueles 10 segundos de coragem que estão completando quase 1 ano até agora.
Segundo essa teoria, um indivíduo necessita saber operar fora de sua zona de conforto para realizar avanços em seu desempenho, eventualmente chegando a uma segunda zona de conforto. Eu fiz isso quando perdi pessoas que eu gostava e pessoas melhores apareceram. É quase como cortar o cabelo curtinho e saber que daqui um tempo ele vai crescer. E se demorar pra crescer você se acostuma com ele daquele jeito.
Largar o emprego, uma casinha gostosa, um monte de gente legal e ir passar frio do outro lado do oceano foi outra opção que eu escolhi. É como trabalhar o desapego dos lugares e das pessoas a cada dia. Coragem ás vezes é desapego também.
E devo confessar que são em dias ruins como esse que eu agradeço TANTO que aqueles 10 segundos de coragem estejam vivos até hoje. Prefiro pensar que se muda, é porque vai ser melhor, é porque vai ser novo, é porque rotina e mesmice não enchem a barriga de ninguém, meu bem.